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Restaurante Hissae


O Restaurante Hissae fica na rua mais tradicional de restaurantes japoneses de São Paulo, mas não honra essa responsabilidade. Além disso, embora os peixes sejam frescos, a variedade é pequena, a ordem dos pratos é ruim e o atendimento deixa a desejar.

Tipo: festival
Preço: R$34,90, com R$20,00 de taxa de desperdício.
Estilo: restaurante comum
Mesas: mesas comuns ou tatame em espaço reservado.

Atendimento: um pouco lento e pouco prestativo.
Oshibori: Sim, embora tenha deixado resíduo grudento nas mãos.
Wasabi: nenhum no nigirizushi e pouco no prato.
Shoyu: Sakura normal e light.
Gari: regular.

Entradas: 1 par de gyoza, misoshiru, yakisoba, temaki.
Sashimi: somente 10 fatias variadas de maguro, sake e bora, junto do sushi.
Sushi: nigirizushi, uramaki california e skin, hosomaki e kappamaki.
Sobremesa: banana flambada, servida fria.

Pagamento: cheque sob consulta ou cartão de débito ou crédito.
Endereço: Rua Tomaz Gonzaga, 36 - Liberdade
Telefone: 3271 7052
Última visita: 02 de fevereiro de 2007.


Visita do dia 02 de fevereiro de 2007 - Primeira visita pelo peixecru
O Hissae abriu há pouco tempo na rua mais tradicional de restaurantes japoneses de São Paulo. Isso nos deixou muito curiosos para visitá-lo e com muita expectativa quanto à sua qualidade. Infelizmente não saímos muito felizes.

O festival começou por um par gyoza por pessoa, o que é muito comum e também estava bastante gostoso. O problema começou logo em seguida.

Num calor de 32 graus o próximo prato foi misoshiru, que foi corretamente servido bem quente, porém, ninguém nos perguntou se queríamos misoshiru, mesmo naquele calor.

O problema continuou quando nos serviram yakisoba, também sem perguntar nada. A quantidade era bastante grande e diríamos até que algumas pessoas não chegariam ao próximo prato, que, curiosamente, não era sashimi.

icone do falanteEra temaki...icone do falante

Embora o temaki de skin que escolhemos estivesse bem feito, com nori sequinho e tare gostoso, entendemos que o objetivo ali era que comêssemos o mínimo possível de peixe.


Prato principal do festival para 3 pessoas
Verificamos isso com a porção bastante pequena, na foto, que serviram para três pessoas. Ainda assim, o peixe estava bastante fresco e era de boa qualidade, o que pode justificar uma ida a este restaurante.

O shari também estava bem temperado, sem demasia, e não era nem excessivamente compacto e nem desmontava. Em geral, todos estavam bem montados, com boa proporção de neta para shari.

Um detalhe interessante é que os sushi são adaptados para os brasileiros. Por exemplo, o uramaki skin tem um tare com pouco sal, que provavelmente foi adaptado para as pessoas que erroneamente põem shoyu nesse sushi. Outras adaptações que notamos foram a falta do wasabi no nigirizushi, arroz levemente mais compacto que o normal e a presença de california roll.

Outra coisa que nos desapontou foi o atendimento. Embora fôssemos os únicos clientes, numa quinta-feira ao meio-dia, ficamos com pratos sujos e várias latas vazias de refrigerante sobre a mesa. Por exemplo, o prato de yakisoba permaneceu vazio até depois da sobremesa. Além disso, aceitamos bananas flambadas como sobremesa, mas esqueceram-se de trazê-las. Tivemos que pedi-las de novo, e acabaram vindo frias.

No fim, gastamos R$42,90 por pessoa, incluindo bebidas e taxa de serviço, o que consideramos além do justo pelo que recebemos. Também notamos cartazes com a taxa de desperdício, R$20,00, o que pareceu bastante excessivo pela quantidade de pratos quentes "obrigatórios".

Da próxima vez que formos, tomaremos o cuidado de pedir que não tragam yakisoba nem misoshiru, e que tragam o temaki no final, mas achamos que isso provavelmente demorará um pouco.


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